domingo, 26 de abril de 2009

Documentário ----> Criança a alma do negócio


Direção Estela Renner
Produção Executiva Marcos Nisti
Maria Farinha Produções

"Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que umn adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falama diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumas. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância." site http://www.alana.org.br

A história que o asfalto enterrou...


Não tem como negar a expansão do mercado imobiliário em Maringá. Todos os dias ando pela cidade e noto que surgem prédios e mais prédios com uma rapidez assustadora, na qual o contraste social vem de brinde. A imagem da cidade, limpa e segura, com slogans do tipo “Crescendo com cidadania“, não passam de uma grande bobagem. Alguns meses atrás estava em pauta na Câmara Municipal, a demolição da velha rodoviária da cidade, com a desculpa de que está em condições impróprias, que na verdade está. Em seu lugar, seria construído um prédio “a la Dubai”, chique, grande, com cheiro de gente bonita e feliz. Na verdade, penso que tudo não passa de uma “higienização” do centro, pois há na região uma concentração de gente pobre que incomoda muita gente. A idéia principal seria construir algo “melhor” no lugar, para afastar a população humilde do local. Não nego que haja garotas de programa, vendedores de relógios falsificados e traficantes. Mas destruir um monumento que faz parte da história já é demais! Maringá é uma cidade nova em comparação as demais regiões metropolitanas do estado, se for analisar não há história. Grande parte foi enterrada com o desenvolvimento imobiliário e poucas coisas restaram. O ideal seria dar oportunidade de emprego para essas pessoas, melhorar o policiamento e reformar o local, criando, por exemplo, um centro cultural com museu, biblioteca... É triste andar pelas ruas e ver desgraça, dói. Uma reforma seria viável sim, com investimentos do setor público e privado algo seria mudado. Espero que no futuro as armadilhas da cidade não nos causem repulsa.

sábado, 18 de abril de 2009


Farofa Social Club

Tentar compreender o mundo leva muitos à loucura. Poetas, filósofos, escritores, já tentaram mudar o mundo com suas teorias, conceitos e predestinações, mas acabaram ficando depressivos, alcoólatras e loucos. Não sei, tento aos poucos fazer minha parte, sendo menos egoísta, vendo o mundo de um jeito diferente. O “mal do século” é a ganância, comanda vidas, destrói, corrói e mata o espírito humano, que deixamos em algum lugar.

O planeta gira, enquanto o homem vai se dividindo cada vez mais, não lembrando que ainda somos todos seres humanos, seja crente, católico, muçulmano, negro, asiático ou índio. Tudo isso cansa, deixa qualquer um angustiado, acho que é por isso que as clínicas de psiquiatria estão lotadas de gente e os livros de auto-ajuda vendem. Todos buscam a felicidade e amor a qualquer custo. Comprar um fogão quatro bocas, uma geladeira ou até mesmo um par de tênis, não traz felicidade, publicitários espertos, fazem disso um meio de vida, vendendo falsos valores.

A solução para tudo está dentro de nós mesmos, basta retirarmos o capuz que encobre nossos rostos, o amor, paz, felicidade está bem em baixo do nosso nariz. Mudem o mundo do seu jeito, não necessita se tornar milionário para mudar algo, coisas simples fazem grandes diferença nos dias de hoje.