"Conflito entre índios e polícia teria matado 47 no Peru"
link da reportagem: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/06/090606_perusabadoebc.shtml
Já faz mais 500 anos e nada muda. O índio é o dono da terra e os latifundiários metem bala não se preocupando com o resultado. Vidas são mortas em nome da expansão do gado e do soja. A mídia muitas vezes modifica a verdade. O índio não é o vilão da história, mas a grande vítima.
Fuçando na internet encontrei esse livro The Cather in the rye (O apanhador no campo de centeio - J. D. Salinger). Não que eu seja um leitor assíduo, mas achei a história interessante. Narra um fim de semana na vida de Holden Caulfield, jovem de 16 anos vindo de uma família abastada de Nove Iorque. O protagonista mora em um internato e na maior parte da história faz um relfexão sobre sua vida, demonstrando uma revolta pessoal contra tudo e todos, tenta encontar um sentido para sua vida, uma rota para seu futuro. Foi um dos livros responsáveis por criar a cultura-jovem, pois na época (década de 70) em que foi escrito a adolescência era apenas considerada uma passagem entre a juventude e vida adulta, não possuia importância. Esse livro mostrou a importancia da adolescência e como os jovens pensam. Vale a pena.
Direção Estela Renner Produção Executiva Marcos Nisti Maria Farinha Produções
"Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que umn adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falama diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumas. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância." site http://www.alana.org.br